Por Roberta Mix em Celebridades, Livros

Como eu já havia dito aqui no Mix, domingo passado fui me aventurar na Bienal do Rio para conseguir o famigerado autógrafo da escritora Meg Cabot. Eu já tinha “Formaturas Infernais“, mas acabei comprando o livro “Tamanho 42 Não é Gorda” de Meg, afinal, o primeiro citado não era escrito somente por ela. Livros em mãos, então era questão de honra!

Não conheço tão a fundo o trabalho de Meg. Sua principal série de livros, “O Diário da Princesa“, eu conheço apenas pelos filmes da Disney, porém, não é sempre que temos a oportunidade de ter um livro autografado por uma autora estrangeira tão famosa pelo mundo. Me agarrando a este pensamento,  mesmo com um baita resfriado, resolvi encarar esta “Saga” na Bienal.

Livros que levei para autografar.

Livros que levei para os autógrafos.

Utilizando de pura chantagem com meu namorado, pois eu tinha me “sucumbido” num jogo do Flamengo no Maracanã (eu não suporto futebol – Deu para perceber, né?!), consegui convencê-lo a me acompanhar nesta batalha, a princípio, por um simples pedaço de papel apelidado de “senha”.

Cheguei lá exatamente às 10h, assim que abriu a Bienal, e corri para descobrir onde ficava o estande da Editora Record pelo mapa, antes que as “fangirls” encontrassem primeiro. Destino encontrado, corri para alcançar a fila. Sim, mal tinha aberto e já tinham “56569885486242″ pessoas na minha frente.

Na fila, consegui encontrar a Renata (ou melhor, ela conseguiu me encontrar), nossa amiga “Colaboradora Mix”, e lá ficamos por um bom tempo até descobrirmos que só iríamos conseguir a senha se tivéssemos a “pré-senha”. Já tínhamos visto um monte de pessoas com essa tal “pré-senha” que estava sendo distribuída pelas organizadoras do evento, e então o desespero bateu, afinal, só seriam distribuídas 400 senhas para os autógrafos.

Esta é a famosa senha.

Esta é a famosa senha.

Felizmente algum tempo depois conquistamos a pré-senha, e mais ou menos às 13h conseguimos a senha. Mas não era tão simples assim, pois Meg supostamente começaria a autografar às 16:30h e a senha não garantiria uma ordem de chamada, então era preciso enfrentar mais outra fila (Niguém merece!).

Mesmo com um resfriado daqueles (Não era Gripe Suína não, viu!) e muita dor de cabeça resolvi continuar minha “saga”. Dei um tempo para dar um voltinha e almoçar porque imaginei que o restante do pessoal ficaria na outra fila do bate-papo que seria às 15:30h. Infelizmente me enganei.

Foto retirada do Twitter da Bienal. Nela podemos ver Meg em sua palestra com os fãs.

Foto retirada do Twitter da Bienal. Nela podemos ver Meg em sua palestra com os fãs.

Mesmo com esse tanto de gente na palestra, já tinham centenas na fila para o autógrafo.

Veja o tamanho da "pequena" filinha que já tinha se formado do lado de fora do pavilhão azul.

Veja o tamanho da "pequena fila" que já tinha se formado do lado de fora do pavilhão.

Agora não adiantava mais desistir, já estávamos na metade da “saga” e o meu namorado já tinha prometido uma “revanche”.

Finalmente passamos para a fila dentro do pavilhão.

À esquerda, a pessoa que vos escreve e, à direita, a nossa colaboradora Renata. Estamos sentadas exaustas na fila dentro do pavilhão (não repare na coroa de princesa).

Para completar, ainda teve um “barraquinho”. Um grupo de espertinhas no qual tinham: mãe, filhas, tias, periquitos, papagaios e muitas malas (sim, elas viajaram para o Rio para isto – Fala sério!), conseguiram entrar na frente dos dois rapazes (sim, tinham “meninos” com livros da “Princesa” para autografar) que estavam na nossa frente. Elas aproveitaram a mudança da fila que estava do lado de fora para o lado de dentro e entraram na frente dos “meninos”. As moças que organizavam o evento descobriram que elas “furaram” e daí começou a confusão. O mais engraçado que elas juraram de pés juntos que estavam lá antes (pena que eu não lembrei do vídeo da minha câmera com a “prova do crime”) e tinham a justificativa de que estavam ali desde as 6h da manhã (odeio gente sem sorte – a Bienal abre às 10h ¬¬’). Por fim a mais velha (se eu tivesse a idade dela teria vergonha) depois que viu que não tinha lugar na fila, tentou entrar na frente de quem? De mim, é claro! A última pessoa com quem ela poderia tentar isso, afinal, eu estava numa fila por horas, com dor de cabeça, nariz entupido e com um namorado reclamando que não aguentava mais ver adolescentes gritando… Enfim, ela apenas tentou e acabou ficando na frente das infelizes que estavam atrás de nós.

Passada a confusão, e algumas (muitas) horas depois, finalmente chegou a nossa vez de conhecer a Meg Cabot.

Yeahh! Depois de mais ou menos 8 horas de espera, conhecemos Meg Cabot.

Yeahh! Depois de mais ou menos 8 horas de espera, conhecemos Meg Cabot.

Ela é super gracinha, muito simpática e não parou de falar em nenhum momento que estivemos com ela, mesmo depois de tantos autógrafos que ela já tinha dado. Obviamente, não entendi nem metade do que ela disse, pois além de eu não ser tão “expert” em inglês, Meg não fala, ela “metralha”. Mas pude entender algumas coisas essenciais e principalmente que somos garotas brasileiras lindas (Thanks Meg! :-D). Depois que Renata conseguiu dizer em inglês que amava os livros dela (sim, pois antes disso ela quase deu um treco quando viu a Meg – brincadeirinha Re!), Meg prontamente tentou falar “Te amo!” em português (Ela é mesmo muito “gracinha”!) mas como ela não conseguiu direito, eu disse e ela repetiu (onhhhh).

Livro "Tamanho 42 não é Gorda autografado.

Livro "Formaturas Infernais" autografado.

Tudo isso que passamos com a Meg não levou mais que um minuto, mas ainda sim valeu muito a pena!

Me desculpem pela demora no post, mas essa semana foi uma correria. Ainda estou preparando a parte II do post sobre o MTV Video Music Awards.

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